Ad Section

Como É A Anatomia De Uma Borboleta?

Quer Perder Peso? Pare De Comer Carne

Truque Simples que Deixou a Internet de Queixo Caído

Popular Posts

20 de abril de 2018

Secador de banheiro serve para espirrar cocô nas mãos, diz estudo

Secador de banheiro serve para espirrar cocô nas mãos, diz estudo

Um estudo recente feito pela Universidade de Connecticut, nos EUA, revelou que os secadores de mãos instalados em banheiros masculinos e femininos estão espalhando grandes quantidades de bactérias, incluindo coliformes fecais, nas mãos de quem os usa. A pesquisa, publicada em uma revista de microbiologia aplicada, foi feita a partir da coleta de amostras em placas especializadas expostas a 36 secadores de mãos instalados no campus da universidade. Os cientistas afirmam que colocaram as placas por 30 segundos sob os jatos de ar dos secadores e encontraram entre 18 e 60 colônias de bactérias diferentes em cada placa.


Um dos líderes do estudo, Peter Setlow, afirmou, em entrevista à revista Newsweek, que as fezes são a provável origem das bactérias coletadas nas amostras. Esses microrganismos podem ser espalhados pelo ar principalmente quando as pessoas dão descarga sem abaixar a tampa da privada.

“Os resultados indicam que vários tipos de bactéria, incluindo potenciais patógenos e esporos, podem ser depositados nas mãos expostas a secadores”, apontou a pesquisa. Os cientistas alertam que não foi possível determinar quais microrganismos específicos foram aerolisados pelos secadores e se esses objetos “promovem um grande reservatório de bactérias ou simplesmente assopram uma grande quantidade de ar contaminado por elas”.

Segundo Setlow, as bactérias encontradas nos banheiros provavelmente não representam risco para a saúde humana, mas que o estudo é importante para mostrar como elas podem se espalhar com facilidade pelo ambiente. Os pesquisadores destacaram que os secadores de ar analisados não tinham um filtro de partículas, que seria responsável por diminuir a quantidade de bactérias espalhadas a cada uso.

Como funciona o spray de pimenta?

Como funciona o spray de pimenta?

Embora o extrato de pimenta já fosse usado por samurais para causar cegueira temporária nos inimigos há pelo menos 500 anos, o formato em aerosol atual surgiu nos EUA em 1973. Inicialmente usado por carteiros e caçadores para incapacitar animais, hoje o spray é mais empregado pela polícia para conter tumultos. Tal como o gás lacrimogêneo, o spray de pimenta é considerado uma forma de tortura pela Anistia Internacional, mas seu uso é liberado na maioria dos países. Em tese, o uso de spray por policiais é só para autodefesa ou submissão de indivíduos que resistam à intervenção policial.


1. O spray funciona como qualquer outro. Dentro dele há um líquido em alta pressão. No topo, há uma válvula que, quando apertada, coloca esse líquido em contato com o ambiente. Como a pressão externa é menor, o líquido se expande e foge pelo tubo plástico, sendo expelido em alta velocidade

2. O spray contém capsaicina, componente ativo das pimentas. Em mamíferos, quando ingerida, essa substância ativa as terminações nervosas sensíveis à dor e à temperatura. Dentro da lata do spray de pimenta encontramos um extrato feito com a própria planta, pressurizado e misturado a uma espécie de óleo sintético, que dificulta a remoção da substância após a aplicação.

3. Na pele, o spray estimula a liberação de substâncias anti-inflamatórias e vasodilatadores, podendo causar vermelhidão e inchaço facial. Nos olhos, ocorre lacrimejamento e possível cegueira por 30 minutos. A exposição constante pode alterar a sensibilidade da córnea. Nas mucosas do nariz e da boca, a duração e a intensidade dos efeitos variam de acordo com a área afetada e o tempo de exposição. A ardência pode durar horas. Por fim, na respiração, dependendo da exposição, os brônquios se contraem, limitando a capacidade pulmonar


4. A potência da capsaicina é medida pela Escala de Scoville (Scoville heat units) ou SHU. Quanto maior o valor, maior a quantidade de capsaicina e, portanto, maior a intensidade do efeito da pimenta

BBB18: Gleici é campeã do reality com 57% dos votos

BBB18: Gleici é campeã do reality com 57% dos votos

Ela tem 21 anos, é de origem humilde e foi a primeira da família a concluir o ensino médio e entrar para a faculdade. A acreana Gleici não imaginava chegar onde chegou. Campeã do Big Brother Brasil 2018 com 57,28% dos votos, ganhou R$ 1,5 milhão e ficou conhecida no país inteiro, além de conquistar uma torcida gigante.


A acreana enfrentou seu primeiro paredão com a biomédica Jaqueline e o sexólogo Mahmoud. Depois, passou por outros três paredões, eliminando o empresário Lucas, Mahmoud e o escritor Diego. Faltando três dias para a final do BBB18, Gleici garantiu sua vaga após a formação do último paredão, quando Kaysar conquistou a liderança, indicando Paula, e a empresária escolheu a família Lima para a berlinda.

Quando entrou no BBB, Gleice afirmou que iria se esforçar para não ser a mocinha da casa. “As pessoas falam que tenho um jeitinho meigo, mas, quando quero alguma coisa, vou atrás e luto muito. Para defender uma ideia, uso todos os argumentos, ninguém me vence. Eu sempre quero ganhar uma discussão”, assumiu, antes de ingressar na casa.

A estudante é ativista de direitos humanos e militante da Juventude Negra. Defende o feminismo por tudo que viu a mãe passar. Se considera polêmica, pois sempre tenta fazer valer a sua opinião e defende enfaticamente seus pontos de vista. Mas, ao mesmo tempo, diz ter um lado meigo e doce. “Tudo o que passei na vida não me permite baixar a cabeça".

Gleice parece mesmo ter dado a 'real' sobre sua personalidade. Aos poucos, conquistou quase todos os confinados e o público fora da casa. De opinião forte, protagonizou cenas que incendiaram a internet, entre elas, seu retorno "triunfal' à casa após uma falsa eliminação no paredão em que disputou a permanência no programa com a empresária Paula e o sexólogo Mahmoud.

Ao retornar imune à casa, repetiu a famosa frase "vocês não sabem o prazer que é estar de volta", usada por Clara ao rever seus inimigos na novela O outro lado do paraíso e teve uma discussão séria com Patrícia. Além da imunidade, o paredão falso garantiu à estudante o direito de indicar alguém ao verdadeiro paredão. A escolhida foi a cearense, eliminada com 94,26% dos votos.

Durante o confinamento, Gleice se envolveu com o artista visual Wagner. Os dois se deram bem logo no início do programa. A acreana contou sua história de vida a ele. Falou sobre a infância difícil, chorou, mas garantiu que não queria que ninguém ali sentisse pena dela. Quando Wagner foi eliminado, os dois prometeram se encontrar fora da casa.

Fazer sexo com amigo melhora a amizade

Fazer sexo com amigo melhora a amizade

Amigos desde a faculdade. Amizade pura mesmo, sem segundas intenções. Compartilham segredos, desabafam sobre novos e velhos amores, contam detalhadamente sobre a pegação da noite anterior (por que o sexo foi ruim – ou bom). Até que um dia, seja lá por qual motivo, vocês se agarram loucamente e terminam a noite juntos. E agora? Dá para levar a mesma amizade ou melou tudo?


Bem, a ciência diz que sim – e até recomenda que você o faça. A pesquisadora Heidi Reeder, da Universidade Estadual de Boise, nos Estados Unidos, perguntou a 300 pessoas, entre homens e mulheres, se já haviam feito sexo com amigo. Entre eles, 20% disseram que sim. E a maioria (76%) contou que a amizade melhorou depois do sexo – muitos deles até começaram a namorar depois. Os outros 24% devem ter sofrido de amor não correspondido.

E você, o que acha? Mesmo se não rolar um namoro, dá pra levar a amizade e ainda manter o bônus do sexo?

18 de abril de 2018

O que deve ser feito com as redes sociais de quem morre?

O que deve ser feito com as redes sociais de quem morre?

Parece bobagem, mas é uma pergunta muito séria: quando passamos desta para uma melhor, quem controla nossas redes sociais? O que acontece com o que postamos nelas? Ou pior: alguém pode postar algo depois da nossa morte? Acredite, a indústria pós morte (DAI, da sigla em inglês) está crescendo: o Facebook oferece a possibilidade de transformar a conta de um usuário já falecido em conta em homenagem. Há empresas, como o espanhol Grupo Mémora, que compila o legado digital do falecido em uma única página, enquanto outras, como o Postumer.com, fazem o oposto, eliminam todo o vestígio digital da pessoa que já nos deixou. De um jeito ou de outro, a vida digital após a morte virou um negócio, e é preciso verificar as questões éticas envolvidas nessa exploração do luto.


Um novo estudo do Instituto de Internet de Oxford, na Inglaterra, fala exatamente sobre isso. Ele alega que os “restos digitais” devem ser tratados com o mesmo cuidado e respeito que os “restos físicos” (corpo do falecido), e não manipulados para fins comerciais. Até o momento, não houve muito esforço para se regulamentar como tratar as redes sociais dos que já se foram, e o artigo alega que essa regulamentação é a atitude ideal a ser tomada.

Um documento, em específico, é usado como fonte de inspiração para os pesquisadores: o Código de Ética do ICOM (International Council of Museums) — organização que elabora políticas internacionais para os museus, que, vale lembrar, cuidam de múmias e túmulos de pessoas mortas há muito tempo. Esse código diz que os restos humanos devem ser manuseados de acordo com respeito inviolável à dignidade humana. E, dentro dessa dignidade, ele exige que os “restos digitais” sejam vistos como fontes de informação do falecido, consideradas com valor inerente. Ou seja, suas redes sociais não podem ser usadas para o lucro.

Segundo os estudiosos, uma regulamentação semelhante esclareceria a relação entre as pessoas falecidas e as empresas que detêm ou exibem seus dados, e o artigo cita alguns exemplos, como serviços de mensagens póstumas e até mesmo serviços que criam “avatares” do falecido — gerando posts de acordo com a análise do antigo comportamento digital daquela pessoa. O artigo afirma que isso promove um alto nível de presença online póstuma, o que pode mexer com a dor dos entes queridos e ameaçar a privacidade da vida após a morte dos indivíduos.

O líder do estudo, professor de filosofia e ética da informação Luciano Floridi, afirmou: “Para desenvolver uma abordagem ética construtiva para os usos digitais, o primeiro passo é decidir em que medida e circunstância a memória do falecido é moldada pelos interesses comerciais da indústria. O segundo, e igualmente importante, será desenvolver um marco regulatório, comumente adotado, para garantir a dignidade daquele que são lembrados online”.

Qual é o maior município do mundo?

Qual é o maior município do mundo?

Essa é uma grande questão (tumdumtss).
Por extensão, o maior município do mundo é Qaasuitsup, na Groenlândia, com 660 mil km² – são oito cidades e 31 assentamentos, que ocupam mais da metade da zona rural do país. A campeã tem um território maior que países inteiros, como França e Afeganistão.


O segundo posto também é groenlandês: Sermersooq, com 531,9 mil km² – maior que a Espanha ou que a Tailândia. Confira outros recordes e curiosidades sobre municípios gigantes a seguir:
Gigantes pela própria natureza

NO BRASIL
Altamira (PA), com 159,5 mil km², é o maior município do Brasil – e o terceiro do mundo.

TRINCA ABSURDA
Juntos, os três maiores municípios do mundo – Qaasuitsup e Sermersooq, na Groenlândia e Altamira, no Pará –, ocupariam um território maior que o Peru.

POR POPULAÇÃOTóquio e sua região metropolitana têm 36,6 milhões de habitantes.

17 de abril de 2018

Terra plena: por que a teoria da Terra plana não faz nenhum sentido

Terra plena: por que a teoria da Terra plana não faz nenhum sentido

VELHA HISTÓRIA
Apesar de estar em maior evidência hoje, a teoria da Terra plana tem séculos e séculos de existência. Astrônomos de grandes civilizações antigas, como Grécia, China e Índia, defendiam que a Terra era achatada. Era o padrão que todo mundo seguia. Mas isso começou a mudar também há bastante tempo. Na própria Grécia, o filósofo Pitágoras, no século 6 a.C., já falava que o planeta era redondo. Só que ele não foi muito ouvido


REVOLUÇÃO CIENTÍFICA
O astrônomo polonês Nicolau Copérnico (1473-1543) desenvolveu a Teoria Heliocêntrica, que diz que o Sol está no centro do Universo, não a Terra (a ciência descobriria depois que ele fica, na verdade, no centro do sistema solar). Depois, o italiano Galileu Galilei (1564-1642) fez uma série de descobertas, como estrelas na Via Láctea e os anéis de Saturno, que reforçaram o heliocentrismo. Ele entrou em atrito com a Igreja, que não tolerava a Terra não estar no centro de tudo. Mas também teve oposição entre outros cientistas

DUELO DE CABEÇAS
Um dos mais famosos opositores foi o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe (1546-1601). Ele defendia, assim como muitas outras pessoas, que a Terra era um objeto imóvel e que o Sol e a Lua giravam em torno dela. Você já ouviu falar de Brahe? Ele caiu no limbo da história não porque suas ideias ficaram ultrapassadas, mas, segundo teorias da conspiração terraplanistas, porque ele teria sido envenenado com mercúrio por seu assistente. Não se tratava de um ajudante qualquer, mas de alguém que se tornaria um grande nome da astronomia: o alemão Johannes Kepler

TÁTICA DE SILÊNCIO
A história de Brahe sintetizaria o que teria acontecido nos séculos seguintes, à medida que a noção de uma Terra esférica se consolidou. Instituições de grande poder estariam manipulando resultados científicos e outras provas para manter a visão do planeta redondo. Fotos da Nasa? Mera ficção. Os terraplanistas defendem ainda que a ciência se tornou teórica demais e empírica de menos, e dizem que isso é inaceitável, justamente porque dificultaria a comprovação de uma Terra plana

CIÊNCIA NÃO É POP
Recentemente, a teoria ganhou adeptos e está se espalhando na internet. Celebridades como o ex-jogador norte-americano de basquete Shaquille O’Neal e o rapper B.o.B declararam que acreditam na teoria. Grupos em redes sociais já somam mais de 50 mil membros e existe até o Centro de Pesquisas Terra Plana Brasil. B.o.B., inclusive, lançou uma campanha de financiamento coletivo para enviar um satélite e comprovar seu ponto de vista

Como uma teoria da conspiração, a história da Terra plana pode ser divertida. Mas agora mostraremos como ela não para em pé.

A chatice de uma terra chata
Para os terraplanistas, seria impossível circunavegar o planeta. E a única coisa circular seria a Antártida

ESTAÇÕES DO ANO
Terra plana – O Sol se movimenta de forma espirálica: ao mesmo tempo em que dá a volta no centro, vai de um trópico a outro, passando pelo Equador duas vez por ano. Onde ele está mais perto é verão. Mais longe, inverno

Terra esférica – O eixo de rotação da Terra é uma linha imaginária inclinada. Ao longo do ano, um hemisfério recebe mais luz que outro. Por isso, quando é verão no Sul, é inverno no Norte

ANTÁRTIDA
Terra plana – Esse continente ocupa a borda do planeta, funcionando como moldura para o oceano. É um lugar proibido para pessoas comuns e pode ser visitado apenas em pontos controlados pelas autoridades, para que nunca um civil chegue até o final do domo e descubra a verdade sobre a Terra plana

Terra esférica – O continente é usado por diversos países para exploração científica. A visita é controlada, visando à preservação, mas o turismo está aumentando. Em mais uma comprovação de que ele não é circular, em 2017 Patrick Bergel, bisneto do famoso explorador Ernest Shackleton, conseguiu algo em que seu antecessor fracassou: cruzar a Antártida. Ele venceu 5.800 km em uma viagem de carro por 30 dias, amplamente divulgada. Se fosse para dar a volta na Antártida terraplanista, ele levaria, no mesmo ritmo, 239 dias

CENTRO DA TERRA
Terra plana – Tudo que existe abaixo dos 12 km já escavados pelos humanos é desconhecido. Pode existir uma espécie de inferno (com ou sem conotações religiosas), onde não há vida, só magma. Abaixo disso, não se sabe: poderiam ser alicerces e colunas que sustentam a Terra ou um abismo

Terra esférica – O núcleo interno é uma grande bola de metal, constituída basicamente de níquel e ferro, envolvida por uma camada de rochas em estado líquido. Por causa do calor e da pressão, nenhuma sonda chegou lá, mas a ciência sabe disso tudo graças a estudos de terremotos, análises de meteoritos e pesquisas sobre a formação de nosso solo

GRAVIDADE
Terra plana – É um conceito que não existe, usado apenas para explicar coisas que não entendemos e corroborar com a teoria da Terra esférica. Todas as aplicações da gravidade podem ser explicadas pela densidade: mais pesados embaixo, mais leves em cima

Terra esférica – Grandeza responsável por definir o peso de um corpo. Qualquer objeto que se movimenta está sob influência da aceleração da gravidade, que na Terra é de aproximadamente 9,8 m/s2 e puxa tudo para o centro do planeta. A gravidade não só existe como mostra que o terraplanismo não faz sentido algum. Caso a Terra fosse um disco, a gravidade não agiria de maneira uniforme. Por exemplo, quanto mais longe do Polo Norte, mais inclinados os prédios teriam que ser para compensar essa força

MAGNETISMO
Terra plana – O polo magnético do planeta está no centro do disco, o Polo Norte. Sol e Lua são atraídos em torno dele

Terra esférica – O polo norte magnético fica no sul geográfico. De lá saem as linhas de atração, convergindo para o sul magnético (norte geográfico). Como os opostos se atraem, o norte das bússolas aponta para o sul magnético, que se encontra próximo do Polo Norte

Para o finito e aquém
Terraplanistas dizem que o Sol é uma melequinha quente que gira dentro de um domo, cuja base é a Terra

SOL
Terra plana – A Terra é o centro de tudo, e o Sol gira em torno do Polo Norte, completando uma volta em 24 horas. É dia na área em que os raios solares incidem, é noite onde eles não chegam

Terra esférica – O Sol é a estrela central do sistema solar, com 1,3 milhão de km de diâmetro. Se a Terra fosse plana e o Sol girasse em cima dela, a sombra de um relógio de sol teria o mesmo tamanho ao longo do dia, o que não ocorre. Aliás, ao estudar a diferença entre as sombras formadas por postes idênticos em cidades distantes, o geógrafo grego Eratóstenes calculou a curvatura terrestre – há 2,2 mil anos! Além disso, se o Sol funcionasse como um holofote que gira sobre a Terra, mesmo nas áreas não iluminadas por ele seria possível vê-lo – e nós não conseguimos ver o Sol à noite

ESTRELAS
Terra plana – As estrelas giram em torno do domo. Só uma é imóvel: a estrela Polar, localizada em cima do Polo Norte. Não é possível enxergar todas as estrelas porque a luz solar as ofusca

Terra esférica – Estrelas são corpos esféricos gigantes compostos de gases que produzem reações nucleares e emitem luz. Sistemas planetários giram em torno delas

LUA
Terra plana – Gira em um compasso diferente do do Sol, encontrando-o algumas vezes. Quando isso acontece, ela armazena radiação solar até ficar cheia. Em seguida, ela começa a se esvaziar, até cruzar novamente com o Sol. Isso explica as fases lunares

Terra esférica – Único satélite natural da Terra, a Lua gira em torno da Terra. Ela não emite luz, apenas reflete a do Sol. As fases resultam da posição em que a Lua recebe essa luz. Se a Lua conseguisse armazenar os raios do Sol, como diz a teoria da Terra plana, as fases determinariam a intensidade da luz, não o formato da face iluminada. Seria como uma lâmpada com dimmer

ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO
Terra plana – A Terra não se move. O movimento de translação cabe ao Sol, que gira sobre o disco terrestre

Terra esférica – A Terra gira sobre seu próprio eixo (rotação). Cada volta dura 24 horas, formando os dias. Ao mesmo tempo, ela gira ao redor do Sol (translação). A volta completa leva 365 dias, quatro horas e alguns minutos. É o que forma o ano

Por que a Terra é esférica?
  • Dicas práticas para você mostrar àqueles seus conhecidos que andam espalhando que o planeta é plano
  • Com um binóculo, observe navios na linha do horizonte. A primeira parte a desaparecer é a proa (frente). Se o oceano fosse plano, o navio viraria um pontinho e depois sumiria (como um pássaro que voa para longe). Uma pessoa de cerca de 1,70 m percebe isso a uma distância de 3,5 a 5 km
  • Se você estiver em um barco em movimento, aproximando-se do litoral, a primeira faixa de terra que verá serão os topos das montanhas. De novo, por causa da curvatura
  • Com dinheiro e tempo de sobra, dá para dar a volta ao mundo. Um cruzeiro do tipo dura cerca de 200 dias. Você jamais encontrará um limite para dar meia-volta, o que significa que a Terra não tem borda. A expedição de Fernão de Magalhães comprovou isso em 1519
  • Há constelações que só são visíveis em um hemisfério. Se for à Disney, comprove: você não verá o Cruzeiro do Sul, pois ele só pode ser visto no Hemisfério Sul. Se a Terra fosse plana, daria para vê-lo de qualquer lugar
  • Nos eclipses lunares, quando a Terra fica entre o Sol e a Lua, é possível ver a sombra projetada pelo planeta no satélite – e ela é arredondada

Subscribe Now

Distributed by Blog Templates