Saudações. O tema de hoje é um dos maiores medos do ser humano, mesmo não sendo muito divulgado. Mas quem não tem este medo.

No último dia 26 de setembro, saiu uma reportagem nos principais portais de noticias dizendo sobre uma mulher de 45 anos que foi enterrada viva na Grécia. Ela estava com câncer e seu óbito foi declarado pelos médicos que a tratavam.

Após uma hora de ser enterrada, pessoas próximas ao cemitério começaram a ouvir gritos e pedidos de ajuda, mas infelizmente quando a ajuda chegou ela realmente havia morrido por falta de ar.

Catalepsia Patológica

A catalepsia patológica é uma doença rara em que os membros se tornam rígidos, mas não há contrações, embora os músculos se apresentem mais ou menos rijos, e a pessoa ficando o tempo todo consciente e quem passa por ela pode ficar horas nesta situação.

No passado acreditava-se que pacientes com esta doença tinham revivido por milagre ou por magia negra.

Também na antiguidade era uma forma de punição enterrar a pessoa punida viva. Só que no Brasil voltou como um meio de maldade.


Casos de Enterrados Vivos no Brasil

Conheça abaixo alguns casos de pessoas enterradas vivas aqui no Brasil. Alguns casos foram acidentais, ou seja as pessoas não sabiam que os defuntos estavam vivos, em outros casos a intenção era matar a pessoa por meio de um enterro desse tipo.

Caso Sergio Cardoso

Aqui no Brasil já houve vários casos como esse. Um dos casos mais famosos é do ator Sergio Cardoso. Em 18 de agosto de 1972 ele morreu de um ataque cardíaco aos 47 anos. Mas diz a lenda que o ator sofria de uma doença chamada ‘catalepsia patológica’ e que seu médico que cuidava dele estava viajando no momento de sua morte, e na volta desesperadamente desenterrarão o corpo, mas já era tarde. Diz ainda à lenda que o corpo foi encontrado remexido no caixão e com marcas de unhas arranhando a tampa do caixão. Porém a família dele desmente esta lenda e então vamos respeitar a vontade da família.


O caso José Nascimento Cardoso

Outra pessoa famosa que diz a lenda que foi enterrada viva foi o cantor José Nascimento Cardoso, o ‘Aladim’ da dupla sertaneja ‘Alan & Aladim’. Ele morreu de uma parada cardíaca numa cirurgia no dente. Porem uma informação nunca confirmada foi de que o coveiro achou arranhões na tampa do caixão.


Caso de Araçagí

Provavelmente você já deve ter visto alguém matar por ciúme. Mas e para provar amor? Pois é! Esse jovem de 18 anos é suspeito de ter assassinado um homem no município de Araçagí, a 64 km de João Pessoa, no Brejo da Paraíba. Ele teria cometido o crime e enterrado a vítima ainda viva a pedido da namorada, uma adolescente de 16 anos, como uma prova de amor. Na delegacia, ele confessou o crime e ainda disse ao delegado que sentiu vontade de comer o fígado da vítima.



Vídeo sobre o caso Araçagí


Tentativa de assassinato no Rio de Janeiro

Jovens são presos por enterrar morador de rua vivo na praia do Leblon (RJ). Os três envolvidos no caso foram presos em flagrante. Eles tentavam enterrar o morador de rua vivo, quando os policiais apareceram. Dois deles eram menores de idade. E segundo a polícia, o crime foi motivado por estupro.

Vídeo sobre o caso Leblon (RJ)


Caso de São João da Barra

Jovem foi enterrada viva no noroeste do Rio. O corpo dela foi encontrado no dia 17 de outubro, em uma casa de veraneio, em São João da Barra. Ela morava em Cardoso Moreira, no noroeste fluminense, e era funcionária da Prefeitura de Italva. Na ocasião, a delegada do caso, Madeleine Farias, disse que o motivo do crime seria uma simples discussão.

Vídeo do caso de São João da Barra


Grávida foi enterrada viva

Homem confessa ter ajudado a enterrar grávida ainda viva após roubo de bebê. A mulher forjou uma gestação e chamou Elizabeth em casa com a desculpa de entregar roupas para a criança. Ela foi agredida e quando desmaiou teve a barriga cortada com uma gilete, segundo a polícia. O bebê foi retirado e a vítima enterrada ainda viva no quintal da casa da suspeita.

Vídeo do caso acima


Um morto entre nós

Imagine a cena... Este rapaz foi enterrado vivo por engano. Supostamente morto, Francisco terá que provar na Justiça que está vivo, após ser confundido com uma vítima de atropelamento na Bahia.

Vídeo do caso Francisco

Ainda no Brasil, tem a tradição indígena de enterrar as crianças que tem algum problema e não vão servir para os interesses da tribo.

Vídeo sobre sepultamentos indígenas

Apesar de ter vários casos parecidos com os do Brasil no restante do mundo, um tem chamado à atenção (apesar de que esta região é a atenção do mundo desde que ele foi formado).

Casos fora do Brasil

Lógico que esse tipo de casos também acontecem fora do Brasil, tanto pessoas atingidas pela Catalepsia, como de pessoas executadas dessa forma. Confira abaixo alguns casos.

Execuções no Iraque

Este curto testemunho abaixo também foi retirado de um portal de notícia e mesmo sendo um testemunho curto, ele aumenta o limite de nossas imaginações.

O refugiado Samo Ilyas Ali tem nove filhos para alimentar, mas não consegue pensar no futuro porque os gritos de mulheres e crianças apelando por ajuda enquanto são enterradas vivas por militantes do Estado Islâmico no norte do Iraque assolam sua mente.

Traumatizados pelos militantes do Estado Islâmico, notórios por suas decapitações e execuções em massa, eles simplesmente desistiram de viver no Iraque e desejam se afastar o máximo possível para países como a Alemanha, a um mundo de distância de seus misteriosos costumes.

Madame Bobin

Em 1901, uma grávida chamada Madame Bobin chegou a bordo de um navio da África Ocidental e parecia estar sofrendo de febre amarela. Ela foi então transferida para um hospital onde ficavam internadas pessoas afetadas com doenças contagiosas. Lá, ela piorou e aparentemente morreu e foi sepultada.

Uma enfermeira disse mais tarde que ela percebeu que o corpo não estava frio e que havia tremores dos músculos do abdômen e expressou a opinião de que ela poderia ter sido enterrada viva.

Após isso ser relatado ao pai de Madame Bobin, ela teve o corpo exumado. Eles ficaram horrorizados ao descobrir que o bebê havia nascido e morrido com Madame Bobin no caixão. Uma autópsia mostrou que Madame Bobin não havia contraído a febre amarela e tinha morrido por asfixia no caixão. A ação penal contra os funcionários do hospital resultou em uma grande indenização.

O caso Jenkins

Um jovem com o nome de Jenkins, que tinha estado doente com febre por várias semanas, foi dado como morto. Ele ficou inconsciente, sua carne estava fria e úmida, e não parecia haver nenhuma ação do pulso e do coração. Ele foi preparado para o enterro, e foi notado no momento que não houve rigidez em qualquer um dos membros. Ele foi enterrado após sua suposta morte, e quando colocado no caixão notou-se que o seu corpo continuava mole, sem nenhuma rigidez.

Falou-se muito na vizinhança sobre o caso e todos tinham certeza que o rapaz havia sido enterrado vivo. Nada foi feito sobre o assunto até que o caixão foi desenterrado para ser levado para o jazigo da família em Henderson County. O caixão de madeira teria que ser aberto a fim de ver se o corpo estava em um estado em que pudesse ser transportado 20 km sem ser colocado em um caixão de metal.

O caixão foi aberto, e com grande espanto e horror de seus parentes, o corpo estava deitado de barriga para baixo, e o cabelo havia sido puxado da cabeça em grandes quantidades, e havia arranhões na parte interna da tampa e laterais do caixão. Esses fatos causaram grande emoção e todos os que o conheceram pessoalmente acreditavam que Jenkins estava em transe e que ele não estava realmente morto quando enterrado e que ele voltou a consciência somente para se encontrar enterrado e sem nenhuma possibilidade de ajuda.

Mary Norah

Com dezessete anos de idade Mary Norah foi adotada por Mrs. Moore Chew. Mary foi declarada morta vítima de cólera e sepultada em um antigo cemitério francês . O médico que atestou a sua morte era um homem que mantinha um caso com a mãe adotiva de Mary e esta era beneficiária de um seguro de vida em seu nome em caso da morte da moça. E naturalmente, o médico iria se beneficiar da morte. A mãe já havia tentado matá-la antes.

Dez anos depois, em 1881, o túmulo foi aberto para receber o corpo do irmão da Sra. Moore. Ao entrar no túmulo, o assistente da funerária encontrou a tampa do caixão de Maria no chão. A posição de seu esqueleto estava metade dentro e metade fora do caixão. Aparentemente, depois de ser enterrada Mary acordou do transe e lutou violentamente até que ela foi capaz de forçar a tampa de seu caixão. Supõe-se que, depois de ter aberto seu caixão, ela desmaiou de cansaço e ao cair para frente sobre a borda do caixão, ela bateu a cabeça e isto a matou. Acredita-se que o cirurgião tenha envenenado a menina e, em seguida, atestado a sua morte.

O caso de Tonneins

Um caso terrível de enterrado vivo ocorreu em Tonneins. A vítima, um homem na flor da idade, estava sendo enterrado quando se ouviu um ruído proveniente de seu caixão. O coveiro, aterrorizado, imediatamente correu para procurar ajuda, e algum tempo depois voltou com uma multidão que se aglomerou em volta do túmulo. Quando as primeiras placas foram removidas, verificou-se que o ocupante havia sido enterrado vivo. Seu semblante mostrava espantosamente toda a agonia que ele sofreu e em sua luta para sobreviver, o infeliz homem tinha forçado os braços completamente para fora do pano que ele havia sido completamente enrolado com firmeza. Infelizmente acabou falecendo por falta de ar.

A jovem Collins

Uma menina de sobrenome Collins morreu muito de repente. O corpo foi exumado, antes de sua remoção para outro local de sepultamento, quando a descoberta foi feita de que a menina tinha sido enterrada viva. Sua mortalha foi rasgada em pedaços, os seus joelhos estavam próximos ao queixo, um de seus braços estava torcido sob a cabeça, e a sua fisionomia deram provas de que ela passou por uma situação terrível.

Virginia Macdonald

Virginia Macdonald viveu com seu pai em Nova York, onde ficou doente e morreu. Ela foi enterrada no Cemitério Greenwood, Brooklyn. Após o enterro, a mãe acreditava que a filha não estava morta quando foi enterrada e persistentemente afirmava isto. A família tentou, em vão, convencê-la da morte de sua filha. Finalmente, de tanto a mãe da menina afirmar que sua filha foi enterrada viva, a família decidiu fazer a exumação do corpo. Para o horror de todos, descobriram o corpo deitado de lado, as mãos com várias mordidas, e todos os indícios de que Virgínia havia sido enterrada viva.

Uma curiosidade

A história sobre um ditado popular “SALVO PELO GONGO” diz que ele surgiu na Inglaterra. Lá, antigamente, não havia espaço para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados para o ossário e o túmulo era utilizado para outros infelizes.

Só que, às vezes, ao abrir os caixões, os coveiros percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto. A tira passava por um buraco no caixão e ficava amarrada num sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão nos arredores durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar. Desse modo, ele seria salvo pelo gongo.

Tenham bons sonhos...
Compartilhe:

Michel Belli

Poste um Comentário: