Jovem na Flórida arranca a mordidas rosto da vítima em homicídio duplo

Um jovem arrancou a mordidas pedaços do rosto de um homem que tinha acabado de matar, aparentemente sob os efeitos de uma droga conhecida como flakka, no estado americano da Flórida, o acontecido foi em 16 de Agosto de 2016, as autoridades, o pegaram em flagrante.

Na noite da segunda-feira, a polícia encontrou Austin Harrouff, de 19 anos, na entrada da garagem de uma casa em Tequesta, no condado de Martin (150 Km ao norte de Miami), despedaçando com seus dentes o rosto de um homem depois de matá-lo juntamente com a companheira a facadas e ferir um vizinho.

O oficial de justiça de Martin, William Snyder, disse que o ataque "desconcertante e inexplicável" tinha sido ao acaso e que o jovem provavelmente perambulava pela região sob o efeito de drogas sintéticas conhecidas como sais de banho ou flakka.

As vítimas, John Stevens e Michelle Mishcon, morreram no local. Um vizinho que tentou socorrê-los foi esfaqueado pelo agressor, mais conseguiu ligar para a emergência e agora está se recuperando em um hospital.

Harrouff, que também se recupera em um hospital com ferimentos leves, é estudante da Universidade do Estado da Flórida, onde pertence à fraternidade Alfpha Delta Phi, e não tinha antecedentes de violência, detalhou Snyder.

Foram necessários vários agentes, cães e disparos de taser (arma de eletrochoque) para detê-lo. "O suspeito era anormalmente forte", disse o oficial de justiça.
A polícia recebeu a ligação de emergência do vizinho às 21h20 locais de segunda-feira e encontrou a terrível cena ao chegar.

"Havia várias armas improvisadas na garagem, muitos objetos pontiagudos. Parece que o homem tentou se defender", disse Snyder.

Os exames de sangue do suspeito deram negativo para cocaína e heroína, mas as autoridades suspeitam de flakka ou sais de banho, estimulantes psicoativos baseados em catinona, uma substância presente em um arbusto do Oriente Médio, de acordo com o Instituto Nacional sobre o Abuso de Drogas.
Estas drogas sintéticas produzem um estado de delírio eufórico e alucinações.
"Sabemos que as pessoas sob o efeito de flakka têm esse tipo de comportamento", disse Snyder. "Atacam a vítima, mordem e inclusive removem pedaços de carne nas mordidas".
Harrouff fazia "barulhos como os de animais", afirmou o oficial de justiça. "Rugia, grunhia", acrescentou.
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Michel Belli

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