Adônis, na mitologia grega, um jovem de notável beleza, o favorito da deusa Afrodite

História
Adônis
Adônis, na mitologia grega, um jovem de notável beleza, o favorito da deusa Afrodite (identificado com Vênus pelos romanos).
Tradicionalmente, ele era o produto do amor incestuoso Smyrna (Myrrha) entretido por seu próprio pai, os sírios Theias rei.
Encantado com sua beleza, Afrodite colocar o recém-nascido Adônis em uma caixa e entregou-o aos cuidados de Perséfone, a rainha do submundo, que depois se recusou a entregá-lo.

História

Adônis - Deus Grego (História)
Adônis e Afrodite
Quando Adonis era um bebê, Afrodite colocá-lo em uma caixa e deu-lhe à deusa grega do submundo, Perséfone, para ser cuidado.
Perséfone, no entanto, foi muito encantado com a beleza extraordinária de Adonis que, quando ele tinha atingido maturidade, ela se recusou a dar-lhe de volta para Afrodite.
Para julgar de forma justa, Zeus (ou, de acordo com outro mito, o musa Calíope) permitiu Perséfone para manter Adônis no submundo por quatro meses a cada ano.
Quatro meses Adonis também deve gastar com Afrodite e os restantes quatro meses, ele poderia ficar com quem o seu coração ansiava.
Adônis optou por Afrodite.

Adônis – Mitologia Grega

Adônis – Mitologia Grega
Modelo de beleza masculina também teve sua imagem estreitamente vinculada a mitos vegetais e agrícolas, aparece também relacionada, desde a antiguidade.
Seu nascimento foi fruto de relações incestuosas entre Smirna (Mirra) e seu pai Téias, rei da Assíria, que enganado pela filha, com ela se deitou.
Descoberta, para não ser morta pelo pai, pediu ajuda aos deuses, que a transformaram então na árvore que tem seu nome. Da casca dessa árvore ele nasceu.
Maravilhada com a extraordinária beleza do menino, Afrodite (Vênus) tomou-o sob sua proteção e entregou-o a Perséfone (Prosérpina), deusa dos infernos, para que o criasse.
Menino crescido ele e Afrodite se apaixonaram, mas a felicidade de ambos foi interrompida quando um javali furioso feriu de morte o rapaz.
A deusa então instituiu uma celebração anual para lembrar sua trágica e prematura morte. Esses festivais anuais ocorria nas cidades gregas e egípcias, na Assíria, na Pérsia e em Chipre (a partir do século V a.C.) e durante os rituais fúnebres, as mulheres plantavam sementes de várias plantas floríferas em pequenos recipientes, chamados jardins de Adônis.
Entre as flores mais relacionadas a esse culto estavam as rosas, tingidas de vermelho pelo sangue derramado por Afrodite ao tentar socorrer o amante, e as anêmonas, nascidas do sangue dele.

Adônis – Mitologia

Adônis
Nas mitologias fenícia e grega era um jovem tido como modelo de beleza masculina e extremamente carismático, que também teve sua imagem estreitamente vinculada a mitos vegetais e agrícolas desde a antiguidade.
Múltiplas lendas descrevem sua origem e uma delas diz que seu nascimento foi fruto de relações incestuosas entre Mirra e seu pai Théias, Rei da Síria, que enganado pela filha, com ela se deitou.
Descoberta, para não ser morta pelo pai, pediu ajuda aos deuses, que a transformaram então na árvore que tem seu nome.
Da casca dessa árvore ele nasceu. Maravilhada com a extraordinária beleza do menino, a deusa grega do amor e da beleza sensual, Afrodite (Vênus), e tomou-o sob sua proteção.
Menino crescido ele e Afrodite se apaixonaram, mas a felicidade de ambos foi interrompida. Ares (Marte), o deus da guerra e amante de Afrodite, ao saber da traição da deusa, decide atacá-lo enviando um javali que lhe desferiu um golpe fatal. Afrodite, que
corria por entre as silvas para socorrer o seu amante, feriu-se e o sangue que lhe escorria das feridas junto com o do amante transformou-se em rosas vermelhas.
Outra versão da mito conta que Afrodite transmutou o sangue do amado numa anêmona.
O jovem morto desceu então ao submundo, onde governava ao lado de Hades (Plutão) a esposa dele, a deusa Perséfone (Prosérpina), deusa dos infernos.
Afrodite então instituiu uma celebração anual para lembrar sua trágica e prematura morte. Esses festivais anuais ocorria nas cidades gregas e egípcias, na Assíria, na Pérsia e em Chipre (a partir do século V a.C.) e durante os rituais fúnebres, as mulheres plantavam sementes de várias plantas floríferas em pequenos recipientes, chamados jardins de flores mais relacionadas a esse culto estavam as rosas, tingidas de vermelho pelo sangue derramado por Adônis.
Entre as Afrodite ao tentar socorrer o amante, e as anêmonas, nascidas do sangue dele.
Perséfone, compadecida pelo sofrimento de Afrodite, prometeu restituí-lo com uma condição: ele passaria seis meses no submundo com ela e outros seis meses na Terra com Afrodite. Entretanto, Perséfone também apaixonou-se por ele e logo o acordo foi desrespeitado.
Isso causou um grande desgosto em Afrodite, e as duas deusas tornaram-se rivais.
A peleja entre as duas deusas só terminou com a intervenção de Zeus, que determinou que o rapaz seria livre quatro meses do ano, passaria outros quatro com Afrodite e os restantes quatro com Perséfone.
Assim tornou-se então o deus oriental da vegetação, simbolicamente morrendo no inverno, quando desce ao submundo e juntando-se a Perséfone, e regressando à Terra na primavera para juntar-se a Afrodite.
Embora seja mais conhecido como divindade grega teve, no entanto, origem na Síria, onde era cultuado sob o nome semita de Tamuz, eternamente jovem, ligado à vida, à morte e à ressurreição, e associado ao calendário agrícola.

Figura de Adônis

Adônis
A figura de Adônis, estreitamente vinculada a mitos vegetais e agrícolas, aparece também relacionada, desde a antiguidade clássica, ao modelo de beleza masculina.
Embora a lenda seja provavelmente de origem oriental – adon significa “senhor” em fenício -, foi na Grécia Antiga que ela adquiriu maior significação.
De acordo com a tradição, o nascimento de Adônis foi fruto de relações incestuosas entre Smirna (Mirra) e seu pai Téias, rei da Assíria, que enganado pela filha, com ela se deitou. Percebendo depois a trama, Téias quis matá-la, e Mirra pediu ajuda aos deuses, que a transformaram então na árvore que tem seu nome.
Da casca dessa árvore nasceu Adônis. Maravilhada com a extraordinária beleza do menino, Afrodite (a Vênus dos romanos) tomou-o sob sua proteção e entregou-o a Perséfone (Prosérpina), deusa dos infernos, para que o criasse.
Mais tarde as duas deusas passaram a disputar a companhia do menino, e tiveram que submeter-se à sentença de Zeus.
Este estipulou que ele passaria um terço do ano com cada uma delas, mas Adônis, que preferia Afrodite, permanecia com ela também o terço restante.
Nasce desse mito a idéia do ciclo anual da vegetação, com a semente que permanece sob a terra por quatro meses.
Afrodite e Adônis se apaixonaram, mas a felicidade de ambos foi interrompida quando um javali furioso feriu de morte o rapaz.
Sem poder conter a tristeza causada pela perda do amante, a deusa instituiu uma cerimônia de celebração anual para lembrar sua trágica e prematura morte.
Em Biblos, e em cidades gregas no Egito, na Assíria, na Pérsia e em Chipre (a partir do século V a.C.) realizavam-se festivais anuais em honra de Adônis.
Durante os rituais fúnebres, as mulheres plantavam sementes de várias plantas floríferas em pequenos recipientes, chamados “jardins de Adônis”. Entre as flores mais relacionadas a esse culto estavam as rosas, tingidas de vermelho pelo sangue derramado por Afrodite ao tentar socorrer o amante, e as anêmonas, nascidas do sangue de Adônis.
Fonte: www.greek-gods.info/www.sobiografias.hpg.ig.com.br/www.dec.ufcg.edu.br
Adônis
A lenda de Adônis, popular nas épocas helenística e greco-romana, é certamente originária da Ásia Ocidental.
Adônis grego baseou-se no Tammuz babilônico, que por sua vez remonta ao Dummuzi sumeriano, consorte de Innana.
Adônis pode ser equiparado a divindades orientais que desempenham o papel de filho e/ou consorte de numerosas deusas mães, como Inanna, Ninhursag, Ishtar e Astarte, entre outras (Campbell, 1994).

Mirra e Adônis

Mirra, filha do rei da Síria, apaixonou-se pelo próprio pai e, através de estratagemas, conseguiu passar doze noites com ele.
Mas o rei descobriu o engodo e, furioso, perseguiu a filha com a intenção de matá-la. Os deuses, porém, o impediram, transformando a princesa em uma árvore odorífera, a mirra.
Meses depois, o tronco da árvore abriu-se e dela saiu um menino de grande beleza, que recebeu o nome de Adônis.
A deusa Afrodite, impressionada com ele, recolheu-o e pediu que Perséfone, esposa de Hades, o criasse às escondidas.
Quando ele se tornou adolescente, porém, Perséfone se apaixonou pelo rapaz, e não quis devolvê-lo a Afrodite, que também o queria.
O litígio entre as duas deusas teve de ser arbitrado por Zeus.
O soberano dos deuses decidiu que o rapaz passaria um terço do ano com Afrodite, um terço com Perséfone e o outro terço com quem quisesse.
Resultado prático: Adônis passava dois terços do ano em companhia de Afrodite…
O mito de Afrodite e Adonis é um dos mitos gregos mais populares, uma vez que está diretamente associado ao amor e Eros.
Nem mesmo os deuses e divindades poderia escapar as setas poderosos de Deus Eros e se apaixonou por mortais com resultados catastróficos.
Afrodite e Adonis é um mito clássico sobre luxúria e rejeição, reforçada com vários detalhes picantes sobre a deusa do amor e da luxúria e da bela mortal, Adonis.

As rosas de Adônis

Adônis adorava caçar, e Afrodite frequentemente o acompanhava, em um carro puxado por cisnes.
Certo dia, porém, quando caçava sozinho, um javali feroz feriu-o mortalmente.
Algumas versões relatam que o javali era, na verdade, o ciumento deus Ares, amante de Afrodite; outras, que havia sido enviado por Ártemis, ou ainda por Apolo, por razões pouco claras.
Afrodite acorreu imediatamente, mas era tarde demais para salvar o rapaz.
Entristecida, a deusa fez com que a anêmona, belíssima flor vermelha que floresce brevemente na primavera, brotasse do sangue derramado por ele.
Relatos posteriores sustentam que, ao socorrer o jovem, Afrodite feriu-se em um espinho e seu sangue tingiu de vermelho as rosas, que até então eram somente de cor branca.
Referências
Joseph Campbell, As máscaras de Deus – Mitologia Oriental, trad. C. Fischer, São Paulo, Palas Athena, 1994, p. 39-41.
Fonte: greciantiga.org
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Michel Belli

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