O famoso dia de descontos pode revelar o que há de pior no ser humano ou criar situações inusitadas

Consumidores sem noção
No Canadá, em 2016, um homem sem camisa intimidou quem estava em uma loja da Adidas, usando o seu cinto como chicote. A promoção foi cancelada e os policiais prenderam o Indiana Jones genérico. Em 2010, na Flórida, outro maluco, armado com pistolas, facas e uma granada, também precisou ser detido pelas autoridades


Turba consumista
Em 2016, uma loja da Nike nos EUA ficou arrasada após mais de 20 mil pessoas passarem por lá. Caixas de tênis foram reviradas e espalhadas por todo o estabelecimento. Pior foi na África do Sul, onde a galera quase derrubou vendedores de um supermercado para garantir uma promoção de papel higiênico

Vias de fato
Em 2014, três pessoas foram presas em Manchester (Reino Unido), após brigas entre consumidores. A polícia precisou ser chamada em dezenas de lojas ao redor do país. Em 2016, em Reno (EUA), uma discussão por causa de vaga de estacionamento em um Walmart terminou em morte


A união faz a força (e o desconto)
A meca do contrabando abriga desde 2012 um dia de consumo transnacional! Este ano, a “Black Friday Fronteira”, parceria entre as cidades vizinhas Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero (Paraguai), deverá mobilizar mais de 90 lojas e R$ 93 milhões

Zumbis de TV
Em 2014, em Houston (EUA), consumidores se jogaram em cima das televisões que queriam comprar, temendo que os outros as levassem. Para piorar, eles começaram a escalar uns aos outros, só para garantir a TV nova, enquanto aqueles em volta gravavam a cena bizarra

Compartilhe:

Karina Faris

Poste um Comentário: