A pílula do dia seguinte, também conhecida como contracepção de emergência, é um método contraceptivo que pode ser eficaz até 72 horas após uma relação sexual

O que é a pílula do dia seguinte?

A pílula do dia seguinte, também conhecida como contracepção de emergência, é um método contraceptivo que pode ser eficaz até 72 horas após uma relação sexual sem precauções contra a gravidez e pode diminuir drasticamente as chances de ela acontecer.
Pílula do dia seguinte: como funciona, como tomar e efeitos colaterais

O princípio ativo da pílula do dia seguinte é o levonorgestrel, um tipo de progesterona (o hormônio feminino usado em anticoncepcionais) sintética. Comparada com anticoncepcionais que são tomados diariamente, a pílula do dia seguinte possui até vinte vezes mais hormônios.
Todo esse hormônio sintético evita que o óvulo seja liberado e, caso isso já tenha acontecido, descama o endométrio, que é onde o óvulo fecundado se fixa, impedindo-o de se prender no útero.
A eficácia da pílula depende de quão cedo ela é tomada e a quantidade de hormônios presente no medicamento pode apresentar riscos à saúde. Portanto, ela não deve ser usada como primeira opção anticoncepcional, apenas como emergência.

Quando devo tomar a pílula do dia seguinte?

Tomar a pílula do dia seguinte não deve ser um hábito. Ela deve ser um plano B, um caminho de emergência para quando as coisas não vão como planejado. Usá-la como contraceptivo todas as vezes é perigoso. Ela pode ser usada nos seguintes casos:
  • Sexo sem preservativo;
  • O preservativo se rompe ou escorrega;
  • Quando se esquece a pílula anticoncepcional regular, especialmente se o esquecimento aconteceu mais de uma vez na mesma cartela;
  • Expulsão do DIU;
  • Deslocamento ou retirada do diafragma;
  • Violência sexual.
Qualquer situação em que o sexo não é acompanhado de um método contraceptivo, ou esse método falha, é indicado para o uso da pílula. Contudo, é necessário tomar cuidado, pois o uso repetido é prejudicial à saúde.

Como usar?

Utilizar a pílula é fácil. Ela pode vir em um ou dois comprimidos, dependendo do fabricante. Quando o comprimido é único, basta tomá-lo preferencialmente acompanhado de água. No caso de dois comprimidos, deve-se ler a bula para se ter certeza da ordem em que eles devem ser tomados, mas em geral deve-se tomar o primeiro comprimido o quanto antes e o segundo 12 horas depois.

Pílula do dia seguinte faz mal?


A quantidade de hormônios que estão em uma pílula do dia seguinte é equivalente a metade de uma cartela de pílulas anticoncepcionais diárias. Deve-se consultar um médico ginecologista para saber se a pílula é indicada ou não, mas se não há contraindicações em que você se encaixe, usar uma vez só não deve fazer mal. O problema é quando a pílula passa a ser usada com frequência.

Repetição

Tomar a pílula do dia seguinte com frequência, mais de uma vez por mês, pode trazer diversos problemas. Ela faz com que as pílulas subsequentes percam a eficácia, além de a quantidade de hormônios causar náuseas, dores de cabeça e diarreia, desregulação do ciclo menstrual, alterações na pele, cabelos, humor e até mesmo acúmulos de gordura.

De quanto em quanto tempo é possível tomar a pílula do dia seguinte?

Médicos indicam tomar a pílula no máximo até uma vez por ano. Ela é considerada um método contraceptivo de emergência e é apenas nesses casos em que deve ser usada.
Apesar dessas indicações, muitas mulheres usam com frequência exagerada, algumas chegando a três vezes no mesmo mês, sofrendo os diversos efeitos colaterais da repetição.

Quais as contraindicações da pílula do dia seguinte?

Este método de contracepção de emergência deve ser evitado por mulheres que têm problemas cardiovasculares, metabólicos, hipertensão, problemas de coagulação e obesidade mórbida.
Doenças hepáticas também são contraindicações, já que a pílula é metabolizada no fígado. Além disso, o risco conhecido ou histórico de trombose também é fator de risco para quem vai tomar a pílula do dia seguinte. Mulheres amamentando não devem tomar a pílula do dia seguinte.
Não se deve usar a pílula do dia seguinte quando se está menstruada ou nos dias em que a menstruação deve descer, nem na pausa do anticoncepcional.
Além disso, é bom evitar a pílula em situações em que ela simplesmente não é necessária, como caso não tenha acontecido penetração vaginal ou se outro método contraceptivo foi usado com eficácia.

Como a pílula age?

A pílula do dia seguinte age de três maneiras: ela impede que o óvulo seja liberado, reduz os movimentos das tubas uterinas (que servem para transportar o óvulo e também são chamadas de trompas de Falópio) e descama o útero para impedir que um óvulo fecundado se implante. Essas ações reduzem significativamente o risco de gravidez, já que sem óvulo, ou com o óvulo não alcançando o útero, não há como gerar um embrião.
Vale lembrar que a pílula não tem efeito cumulativo, portanto, se houver outra relação sexual desprotegida após o uso da pílula, as chances de gravidez são as mesmas de quem não usou o medicamento. É bom prestar atenção nos métodos anticoncepcionais disponíveis.

Gravidez ectópica

Existem pequenas chances de a pílula do dia seguinte levar a uma gravidez ectópica (gravidez fora do útero), que nesse caso pode acontecer dentro das tubas uterinas. Se o hormônio faz efeito depois de um óvulo ser liberado pelos ovários, ele é parado no meio do caminho para o útero, dentro das tubas, o lugar onde a fecundação costuma ocorrer.
Normalmente isso não tem resultado negativo já que, como o óvulo fecundado fica parado ali, ele é reabsorvido pelo corpo. Contudo, em alguns raros casos, depois de fecundado, ele pode se implantar na tuba ao invés de no útero.
A gravidez ectópica é uma emergência médica. O crescimento de um feto nas tubas uterinas pode rompê-las, causando hemorragia grave, e a maioria dos casos acaba em aborto espontâneo. Existem raríssimos casos em que o bebê conseguiu se desenvolver até a maturidade e o parto foi feito através de cirurgia.
O procedimento cirúrgico que é feito nesses casos frequentemente resulta na perda da trompa afetada e do bebê.

Depois de tomar a pílula do dia seguinte, quanto tempo demora para menstruar?

Depende do seu corpo, de como ele reagir à pílula e do ponto do ciclo menstrual em que você está.
A pílula pode atrasar a menstruação em três semanas. Os hormônios dela bagunçam todo o ciclo, e pode levar de um a dois meses para que ele se normalize. Ela também tem capacidade de adiantar a menstruação com a descamação do endométrio.

Como fica a menstruação depois de tomar a pílula do dia seguinte?

Além da desregulação do ciclo menstrual, a pílula do dia seguinte pode alterar a menstruação. Ela pode vir em maior quantidade e mais escura por conta dos hormônios do medicamento.

Eu só posso tomar ela no dia seguinte?

A pílula do dia seguinte tem um nome que engana. Ela não foi feita para se tomar no dia seguinte, mas o mais rápido possível após a relação sexual. Quanto mais cedo você a toma, mais eficaz ela será.
Ela pode ter efeito até cinco dias depois da relação, mas as chances não estarão do seu lado nesse caso. Portanto, o recomendado é ir atrás da pílula do dia seguinte logo após a falha de seu método anticoncepcional ou esquecimento dele.

Qual é a eficiência da pílula?

Quanto menor o tempo entre a relação sexual e a ingestão da pílula, mais eficaz ela será. Nas primeiras 24 horas após a relação, a eficácia é de 95%. No segundo dia, até 48 horas, ela cai para 85%. No terceiro dia, até 72 horas após o coito, a eficácia cai para 58%.
A partir do terceiro dia, não há garantias de que ela vai funcionar e você está na mão da sorte. Existe de 15 a 20% de chance de que ela seja eficaz entre 72 e 120 horas (5 dias) após o coito, mas isso não é o bastante para que seja um método contraceptivo eficaz.
Após o quinto dia, a eficácia é próxima de 0%.
Os contraceptivos de emergência com base em levonorgestrel é ineficaz em mulheres com mais de 80kg, e pouco eficaz em mulheres com mais de 75 kg.

Quais os efeitos colaterais?

Os principais efeitos colaterais são diarreia, enjoo, dor de cabeça, retenção de líquido, cansaço e vômito. Caso a mulher vomite menos de duas horas depois de tomar a pílula, a absorção do medicamento pode ter sido interrompida.
Entre outros efeitos, a menstruação pode ser afetada. Em alguns casos, com a descamação do endométrio, o período menstrual pode ser adiantado. A pílula também pode atrasar o sangramento. Se isso acontecer, espere completar quinze dias de atraso e faça um teste de gravidez.
É importante lembrar que nenhum desses efeitos irá necessariamente ocorrer. Existem mulheres que tomam a pílula e passam por isso sem nenhum efeito colateral.

A pílula do dia seguinte corta o efeito de outros anticoncepcionais?

Não, ela não corta. Por também ser um método contraceptivo, apenas se reforçam.

Pílula do dia seguinte funciona no período fértil?

Especialistas dizem que, durante o período fértil, a eficácia da pílula do dia seguinte é um pouco menor, pois é nesse momento que a gravidez é mais favorecida. Durante esse período, o óvulo é liberado e vai para as tubas uterinas, portanto um dos efeitos da pílula, o que impede a liberação do óvulo, é anulado. Isso não quer dizer que ela não vai funcionar, mas é um pouquinho mais fácil de ela falhar.

Eu já estou tomando pílula anticoncepcional e tomei a pílula do dia seguinte. Devo continuar minha cartela de onde parei?

Não existe consenso entre os médicos sobre a eficácia da pílula anticoncepcional após o uso da pílula do dia seguinte, ou se isso causa traz algum problema. Há quem diga que basta seguir com a cartela, tomando o cuidado de usar camisinha nos sete dias seguintes, mas por precaução, pode ser mais indicado esperar pela próxima menstruação.
Depois que a menstruação seguinte descer, pode-se retomar o anticoncepcional. No meio tempo, evite relações desprotegidas, usando preservativo ou outros métodos para evitar a gravidez.

A pílula é abortiva?A quantidade de hormônios que estão em uma pílula do dia seguinte é equivalente a metade de uma cartela de pílulas anticoncepcionais diárias. Deve-se consultar um médico ginecologista para saber se a pílula é indicada ou não, mas se não há contraindicações em que você se encaixe, usar uma vez só não deve fazer mal. O problema é quando a pílula passa a ser usada com frequência.

Repetição

Tomar a pílula do dia seguinte com frequência, mais de uma vez por mês, pode trazer diversos problemas. Ela faz com que as pílulas subsequentes percam a eficácia, além de a quantidade de hormônios causar náuseas, dores de cabeça e diarreia, desregulação do ciclo menstrual, alterações na pele, cabelos, humor e até mesmo acúmulos de gordura.

De quanto em quanto tempo é possível tomar a pílula do dia seguinte?

Médicos indicam tomar a pílula no máximo até uma vez por ano. Ela é considerada um método contraceptivo de emergência e é apenas nesses casos em que deve ser usada.
Apesar dessas indicações, muitas mulheres usam com frequência exagerada, algumas chegando a três vezes no mesmo mês, sofrendo os diversos efeitos colaterais da repetição.

Quais as contraindicações da pílula do dia seguinte?

Este método de contracepção de emergência deve ser evitado por mulheres que têm problemas cardiovasculares, metabólicos, hipertensão, problemas de coagulação e obesidade mórbida.
Doenças hepáticas também são contraindicações, já que a pílula é metabolizada no fígado. Além disso, o risco conhecido ou histórico de trombose também é fator de risco para quem vai tomar a pílula do dia seguinte. Mulheres amamentando não devem tomar a pílula do dia seguinte.
Não se deve usar a pílula do dia seguinte quando se está menstruada ou nos dias em que a menstruação deve descer, nem na pausa do anticoncepcional.
Além disso, é bom evitar a pílula em situações em que ela simplesmente não é necessária, como caso não tenha acontecido penetração vaginal ou se outro método contraceptivo foi usado com eficácia.

Como a pílula age?

A pílula do dia seguinte age de três maneiras: ela impede que o óvulo seja liberado, reduz os movimentos das tubas uterinas (que servem para transportar o óvulo e também são chamadas de trompas de Falópio) e descama o útero para impedir que um óvulo fecundado se implante. Essas ações reduzem significativamente o risco de gravidez, já que sem óvulo, ou com o óvulo não alcançando o útero, não há como gerar um embrião.
Vale lembrar que a pílula não tem efeito cumulativo, portanto, se houver outra relação sexual desprotegida após o uso da pílula, as chances de gravidez são as mesmas de quem não usou o medicamento. É bom prestar atenção nos métodos anticoncepcionais disponíveis.

Gravidez ectópica

Existem pequenas chances de a pílula do dia seguinte levar a uma gravidez ectópica (gravidez fora do útero), que nesse caso pode acontecer dentro das tubas uterinas. Se o hormônio faz efeito depois de um óvulo ser liberado pelos ovários, ele é parado no meio do caminho para o útero, dentro das tubas, o lugar onde a fecundação costuma ocorrer.
Normalmente isso não tem resultado negativo já que, como o óvulo fecundado fica parado ali, ele é reabsorvido pelo corpo. Contudo, em alguns raros casos, depois de fecundado, ele pode se implantar na tuba ao invés de no útero.
A gravidez ectópica é uma emergência médica. O crescimento de um feto nas tubas uterinas pode rompê-las, causando hemorragia grave, e a maioria dos casos acaba em aborto espontâneo. Existem raríssimos casos em que o bebê conseguiu se desenvolver até a maturidade e o parto foi feito através de cirurgia.
O procedimento cirúrgico que é feito nesses casos frequentemente resulta na perda da trompa afetada e do bebê.

Depois de tomar a pílula do dia seguinte, quanto tempo demora para menstruar?

Depende do seu corpo, de como ele reagir à pílula e do ponto do ciclo menstrual em que você está.
A pílula pode atrasar a menstruação em três semanas. Os hormônios dela bagunçam todo o ciclo, e pode levar de um a dois meses para que ele se normalize. Ela também tem capacidade de adiantar a menstruação com a descamação do endométrio.

Como fica a menstruação depois de tomar a pílula do dia seguinte?

Além da desregulação do ciclo menstrual, a pílula do dia seguinte pode alterar a menstruação. Ela pode vir em maior quantidade e mais escura por conta dos hormônios do medicamento.

Eu só posso tomar ela no dia seguinte?

A pílula do dia seguinte tem um nome que engana. Ela não foi feita para se tomar no dia seguinte, mas o mais rápido possível após a relação sexual. Quanto mais cedo você a toma, mais eficaz ela será.
Ela pode ter efeito até cinco dias depois da relação, mas as chances não estarão do seu lado nesse caso. Portanto, o recomendado é ir atrás da pílula do dia seguinte logo após a falha de seu método anticoncepcional ou esquecimento dele.

Qual é a eficiência da pílula?

Quanto menor o tempo entre a relação sexual e a ingestão da pílula, mais eficaz ela será. Nas primeiras 24 horas após a relação, a eficácia é de 95%. No segundo dia, até 48 horas, ela cai para 85%. No terceiro dia, até 72 horas após o coito, a eficácia cai para 58%.
A partir do terceiro dia, não há garantias de que ela vai funcionar e você está na mão da sorte. Existe de 15 a 20% de chance de que ela seja eficaz entre 72 e 120 horas (5 dias) após o coito, mas isso não é o bastante para que seja um método contraceptivo eficaz.
Após o quinto dia, a eficácia é próxima de 0%.
Os contraceptivos de emergência com base em levonorgestrel é ineficaz em mulheres com mais de 80kg, e pouco eficaz em mulheres com mais de 75 kg.

Quais os efeitos colaterais?

Os principais efeitos colaterais são diarreia, enjoo, dor de cabeça, retenção de líquido, cansaço e vômito. Caso a mulher vomite menos de duas horas depois de tomar a pílula, a absorção do medicamento pode ter sido interrompida.
Entre outros efeitos, a menstruação pode ser afetada. Em alguns casos, com a descamação do endométrio, o período menstrual pode ser adiantado. A pílula também pode atrasar o sangramento. Se isso acontecer, espere completar quinze dias de atraso e faça um teste de gravidez.
É importante lembrar que nenhum desses efeitos irá necessariamente ocorrer. Existem mulheres que tomam a pílula e passam por isso sem nenhum efeito colateral.

A pílula do dia seguinte corta o efeito de outros anticoncepcionais?

Não, ela não corta. Por também ser um método contraceptivo, apenas se reforçam.

Pílula do dia seguinte funciona no período fértil?

Especialistas dizem que, durante o período fértil, a eficácia da pílula do dia seguinte é um pouco menor, pois é nesse momento que a gravidez é mais favorecida. Durante esse período, o óvulo é liberado e vai para as tubas uterinas, portanto um dos efeitos da pílula, o que impede a liberação do óvulo, é anulado. Isso não quer dizer que ela não vai funcionar, mas é um pouquinho mais fácil de ela falhar.

Eu já estou tomando pílula anticoncepcional e tomei a pílula do dia seguinte. Devo continuar minha cartela de onde parei?

Não existe consenso entre os médicos sobre a eficácia da pílula anticoncepcional após o uso da pílula do dia seguinte, ou se isso causa traz algum problema. Há quem diga que basta seguir com a cartela, tomando o cuidado de usar camisinha nos sete dias seguintes, mas por precaução, pode ser mais indicado esperar pela próxima menstruação.
Depois que a menstruação seguinte descer, pode-se retomar o anticoncepcional. No meio tempo, evite relações desprotegidas, usando preservativo ou outros métodos para evitar a gravidez.

A pílula é abortiva?


Não. A pílula do dia seguinte não impede ou atrapalha o desenvolvimento de um embrião que já se fixou ao endométrio. Em mulheres grávidas, ela é praticamente inútil, servindo apenas como uma bomba de hormônios que trará os efeitos colaterais desagradáveis do medicamento.

Preciso de receita médica para comprar a pílula do dia seguinte?

Não é necessário ter receita médica e as farmácias não podem exigí-la.
Também é possível conseguir o medicamento gratuitamente e sem receita em postos de saúde do SUS, onde um enfermeiro pode fornecer a pílula para a mulher. Menores de idade não precisam da presença dos pais.

Nomes comerciais e preços médios

Existem diversas marcas de pílula do dia seguinte acessíveis nas farmácias, além do gratuito distribuído em postos de saúde.
Os preços variam de R$ 1,00 até R$ 30,00. Algumas das marcas são as seguintes:
  • Postinor uno;
  • Diad;
  • Poslov;
  • Previdez;
  • Pozato Uni;
  • Prevynol 2;
  • Neodia;
  • Hora H Uno;
  • Dopo;
  • Pilem.
Atenção!
NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Outros métodos de contracepção de emergência

A pílula do dia seguinte é o mais famoso, mas não o único método anticoncepcional que pode ser usado em caso de emergência. Outros deles são os seguintes:

Dispositivo intrauterino

Chamado popularmente de DIU, o dispositivo intrauterino é um método contraceptivo frequentemente usado para prevenir a gravidez a longo prazo, mas funciona como método de emergência, sendo mais eficaz do que a pílula.
Como a fixação do óvulo na parede uterina pode levar de 7 a 14 dias, o DIU, se colocado a tempo, pode impedir que essa implantação ocorra.
O DIU feito de cobre impede a fixação do óvulo na parede uterina e dificulta a fecundação debilitando o espermatozóide através da ação do cobre.
Já o DIU hormonal, ou SIU, libera o mesmo hormônio que a pílula do dia seguinte, impedindo a liberação do óvulo e a implantação do mesmo no útero. O dispositivo é colocado dentro do útero, e é um médico ginecologista pode colocá-lo ou retirá-lo.
Seu efeito anticoncepcional dura até dez anos.

Pílula dos cinco dias

Assim como a pílula do dia seguinte, a pílula dos cinco dias usa o acetato de ulipristal para impedir a gravidez, diferente do levonorgestrel usado pela pílula do dia seguinte. O acetato de ulipristal toma o lugar da progesterona em seus receptores, impedindo que o hormônio faça efeito, afetando a ovulação e impedindo a gravidez.
Ela tem efeito até cinco dias após a relação sexual. Por ser um medicamento novo, com início da comercialização em 2010, não há muitos estudos sobre seus efeitos, e ele ainda não é vendido no Brasil, mas serve como uma opção de emergência em alguns países. O nome comercial do medicamento é EllaOne.

Outros métodos contraceptivos


Existem diversos métodos contraceptivos que podem ser usados antes ou durante o ato sexual, que tornam a necessidade do uso da pílula do dia seguinte nula. Listamos aqui alguns deles:

Preservativo

O método anticoncepcional de mais fácil acesso é o preservativo, conhecido como camisinha. É uma barreira física, feita de látex, poliuretano ou outros materiais, que é “vestida” no pênis. A camisinha bloqueia o esperma, impedindo-o de entrar no corpo do parceiro. Existe a versão feminina, de uso interno, que age da mesma forma.
Trata-se do único método anticoncepcional que também previne a contaminação de doenças sexualmente transmissíveis, além de ser o único sem efeitos colaterais. Ele deve ser usado em todas as relações sexuais e pode ser encontrado em qualquer farmácia, em várias opções de marcas, tamanhos e, inclusive, sabores.

Pílula contraceptiva oral

A pílula anticoncepcional é um medicamento de uso diário que utiliza hormônios para impedir que o óvulo seja liberado. Apesar de não oferecer proteção contra DSTs e poder trazer alguns efeitos colaterais como náuseas e alterações de humor, ele possui 97% de eficácia, sendo um dos métodos mais eficientes para impedir a gravidez.

Laqueadura

A laqueadura, ou ligadura tubária, é uma cirurgia de esterilização voluntária. No procedimento, as tubas uterinas são cortadas ou amarradas, impedindo que os óvulos cheguem ao útero.
Além dos riscos de qualquer cirurgia, como infecções, ela tem a consequência de ser definitiva. Apesar de haver exceções, normalmente, a laqueadura não pode ser revertida.
Mesmo sendo um procedimento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), existem algumas necessidades legais para que a mulher possa realizar essa cirurgia: ela deve ter mais de 18 anos de idade e dois filhos vivos, ou mais de 25 anos, independente de ter ou não filhos.
É necessário que haja um período de sessenta dias entre a decisão e a cirurgia, para que a mulher tenha tempo de pensar sobre o assunto, visto que é uma cirurgia definitiva.
Além disso, a lei exige que, caso a mulher seja casada, haja autorização do cônjuge.

Vasectomia

Podendo ser chamada de versão masculina da laqueadura, a vasectomia é a esterilização do homem. O procedimento realiza um corte no ducto deferente, um canal que leva os espermatozoides até a uretra.
Assim como a laqueadura, a vasectomia é de difícil reversão, portanto é considerada irreversível.
Também disponibilizado pelo SUS, a vasectomia tem as mesmas exigências que a laqueadura: 18 anos ou mais, com no mínimo dois filhos vivos, ou 25 anos ou mais, independente da quantidade de filhos, tempo para pensar nas consequências do procedimento permanente e autorização do cônjuge, se houver.
A pílula do dia seguinte é um método contraceptivo eficaz, mas que deve ser utilizado com cuidado e apenas como medida de emergência. Os métodos anticoncepcionais listados aqui são apenas alguns dos disponíveis, que são diversos.
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Referências
http://www.gineco.com.br/saude-feminina/materias-2/pilula-do-dia-seguinte/
https://medicoresponde.com.br/tomei-a-pilula-do-dia-seguinte-posso-engravidar/
https://www.youtube.com/watch?v=B-JJCGrR0Ss
https://drauziovarella.com.br/mulher-2/pilula-do-dia-seguinte-perguntas-e-respostas/
https://saude.abril.com.br/medicina/7-perguntas-e-respostas-sobre-a-pilula-do-dia-seguinte/
https://www.mdsaude.com/2012/08/pilula-dia-seguinte.html
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/05/diu-pode-ser-usado-para-substituir-pilula-do-dia-seguinte-diz-estudo.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Acetato_de_ulipristal
http://www.gineco.com.br/saude-feminina/metodos-contraceptivos/ligadura-de-trompas/
http://bedmed.com.br/vantagens-e-desvantagens-da-laqueadura-tubaria/
https://drauziovarella.com.br/entrevistas-2/laqueadura/
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2017/07/1901105-remedio-a-base-maconha-custara-ate-r-2800-e-deve-chegar-neste-ano.shtml
https://www.engravidar.blog.br/pilula-do-dia-seguinte-falha/

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Michel Belli

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