Sempre alerta para interagir com a natureza e ajudar o próximo

Armar uma barraca, cozinhar a própria comida, conhecer o ambiente em que está situado, dominar alguns tipos de nós e fazer trabalhos comunitários estão entre as principais funções. Os escoteiros seguem um guia, o P.O.R. (“Princípios, Organizações e Regras”), que explica conceitos, atividades e a hierarquia do ramo. Temer a Deus, ajudar os outros e a si mesmo e desbravar a natureza são os pilares do movimento, criado em 1907 pelo militar inglês Robert Baden-Powell.


Ele queria formar uma geração de rapazes mais independentes e aptos a realizar boas ações. Para isso, organizou um acampamento em que 20 jovens passaram oito dias fazendo atividades ao ar livre, como acender fogueiras, cozinhar e realizar primeiros socorros. O escotismo se espalhou pelo mundo e chegou ao Brasil em 1910. Atualmente, são mais de 40 milhões de praticantes.

Respeito aos mais velhos
Idade conta muito na hierarquia do escotismo

Lobinho
6-10 anos
O foco é a socialização. De maneira lúdica, as crianças aprendem regras e conceitos. Nessa fase, elas dão os primeiros nós

Escoteiro
10-15 anos
As atividades focam a independência. Sob o lema “sempre alerta”, eles se conectam à natureza, montam barracas e hasteiam bandeiras

Sênior
15-17 anos
Praticam esportes, como hóquei sobre a grama, e jogos, como mistério, em que precisam solucionar crimes a partir de cenas criadas pelos mais velhos

Pioneiro
18-21 anos
O objetivo é servir à sociedade. Eles fazem boas ações, como visitar casas de repouso e orfanatos, plantar árvores e brincar com crianças carentes

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Karina Faris

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