Não necessariamente. Mas bem que poderiam

Sim, mas não existe padronização para esses sons no Brasil. A sirene precisa ter certas características específicas para se destacar no trânsito e cumprir a função de alertar as pessoas para liberarem o caminho.


Uma delas, é claro, é o volume: a intensidade chega a 120 decibéis (dB), o que é mais alto que um show de rock. Outra característica é a alternância entre frequências, medida em hertz (Hz) – é o que indica quando um som é grave ou agudo. Por isso, as sirenes trazem de fábrica várias opções de alternância.

No mais, não há regras a seguir. “Mas uma padronização seria uma boa ideia, pois ajudaria a população a identificar de longe o tipo de emergência”, diz João Cucci Neto, professor de engenharia de tráfego urbano na Universidade Mackenzie, em São Paulo. Fica a dica.

Compartilhe:

Karina Faris

Poste um Comentário: