Nosso planeta é realmente muito curioso, não é mesmo?

Nosso planeta é realmente muito curioso, não é mesmo? Existem milhares de espécies de organismos vivendo sobre e também de baixo da Terra. A cada dia que se passa cientistas descobrem novas coisas e abrem ainda mais nossos olhos. Ao pensar nos animais por exemplo, pode até ser que exista um número estimado de quantas espécies ainda vivem, mas é muito difícil que algum dia tenhamos o número exato. São animais de todos as cores, tamanhos e habitats.


Mas será que você já parou pra pensar em qual é o maior ser vivo que existe no mundo? Só para que você possa ter uma "pequena" ideia, ele mede 3,8 quilômetros de comprimento e habita nosso planeta a mais de 1900 anos... Sim, isso mesmo! Trata-se de um fungo parasita, e muitas pessoas o acham delicioso. Se você está pensando que estamos falando de cogumelos, acertou. Existe um gênero deles chamado de Armillaria, popularmente conhecido como "cogumelo do mel" e está localizado em Blue Montains, no estado americano do Oregon.

Existem várias espécies do gênero e costumam colonizar e matar árvores que geram lenha, o que faz com que muitas pessoas os odeie. Certamente você já deve ter visto um ou outro cogumelo, seja em troncos de árvores ou mesmo no solo, mas a verdade é que essa parte visível é muito pequena comparada ao restante de sua estrutura que fica sob o solo.

Se parece muito com as raízes das árvores, e se espalham por grandes distâncias em busca de nutrientes e outros organismos que possam parasitar. O incrível mesmo é que ninguém nunca havia se dado conta de que essas estruturas eram tão grandes, e foi apenas recentemente, que os cientistas descobriram sua capacidade.


Segundo as pesquisas feitas, ela cobre uma área aproximada de 9,6 km², e apresenta a gloriosa extensão de 3,8 quilômetros, assim como foi dito acima. Descobriram que isso só é possível porque, quando as solidipes geneticamente idênticas se encontram, elas são capazes de se fundir, formando um novo fungo e isso faz com que suas colônias sejam imensas. 61 das árvores estudadas foram mortas por uma mesma colônia clone. Impressionante, não é mesmo?

Até 1992, o posto de maior ser vivo também era de um fungo da mesma espécie que havia sido encontrado em Washington, mas cobria uma área de apenas 6,5 km². Bem menor que o descoberto recentemente.

E então pessoal, o que acharam? Diz aí pra gente nos comentários!

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Karina Faris

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