Ter uma boa memória é algo complicado muitas vezes, e se você é do tipo que não se lembra nem do que comeu na hora do almoço, as dicas do ex-agente secreto britânico Warren Reed podem fazer com que você comece a se lembrar mais das coisas que precisa manter fresquinhas na memória.

Ter uma boa memória é algo complicado muitas vezes, e se você é do tipo que não se lembra nem do que comeu na hora do almoço, as dicas do ex-agente secreto britânico Warren Reed podem fazer com que você comece a se lembrar mais das coisas que precisa manter fresquinhas na memória.


Reed, como qualquer profissional que eventualmente se mete em situações de perigo, precisa pensar rápido e não foi acostumado a ter um tempo para fazer anotações e perguntas detalhadas. Em meio a um conflito com bandidos, por exemplo, qualquer informação que ele conseguisse pescar, seja ela verbal ou não, poderia ser simplesmente fundamental para que sua integridade física fosse mantida.

É por isso que agentes secretos recebem treinos que envolvem suas habilidades mentais também, e não apenas as físicas. Para Reed, o que o ajudou durante toda a sua carreira foi a técnica que ele chama de “minha casa familiar”.

Funciona assim: basicamente, você tem que ter em sua mente a planta de uma casa que você conheça de cabo a rabo, como aquela na qual passou boa parte da sua infância.

Tenha mentalmente guardados os detalhes dessa casa, as cores das paredes, os móveis principais, os quadros que existem nela, os eletrodomésticos, a disposição dos cômodos, as janelas, cortinas etc. Essa visão é o que Reed chama de “conhecido”.


A partir daí, você vai para a informação desconhecida, que é aquela coisa que você não vai poder esquecer, é a novidade, algo com que você ainda não está familiarizado.

O que você precisa se lembrar? É uma sequência de números? Uma imagem? Um evento específico? Foque-se nisso e tente dividir a memória que precisa ser criada em elementos de informação. A partir daí, coloque cada elemento na sua casa familiar – você pode colocar esses elementos em armários, cômodos ou, quem sabe, ao lado da porta de entrada, por exemplo.

É recomendado também que você exagere na criação de cada elemento, deixando-o até mais pesado, mais caricato, mais engraçado ou mesmo mais ridículo. Quando mais chamativo for cada elemento, mais facilmente ele ficará grudado em sua memória.

Uma vez que você tenha espalhado os elementos da sua memória nova ao longo do seu cenário familiar, volte ao início da casa e ande por ela novamente, enxergando cada item da nova memória nos locais onde você os colocou. Esse exercício mental certamente fará com que você se lembre do que precisa com muito mais facilidade.

Segundo Reed, em alguns treinamentos ele precisou se lembrar de até 100 elementos, e usou esse recurso da memória da casa familiar. Você dificilmente vai precisar guardar algo tão extenso, e geralmente suas memórias novas terão não mais do que 20 elementos – o que só facilita a prática dessa técnica. Feito isso, boa sorte e boas lembranças!

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Karina Faris

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