Sim, sempre tem “o” preferido.

Sim, sempre tem “o” preferido.

Um estudo da Universidade da Califórnia analisou 384 famílias e apontou que 70% das mães preferem um filho. Outra pesquisa, da UCL, de Londres, mostra que os mais velhos costumam ter QI maior – graças a um acompanhamento mais atento na educação – e são até melhor alimentados.


Os motivos para a predileção variam. Pode ser afinidade, projeção de características, condições limitantes – como uma doença, que faz o filho receber mais atenção – ou o fator novidade (talvez o supertrunfo dos mais velhos).

Mas isso é normal e nem tão relevante assim. Os pais não devem se culpar desde que ajam com justiça e equilíbrio para não prejudicar o desenvolvimento dos filhos.

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Karina Faris

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